Bipartidarismo já

O Brasil tem dezenas de partidos políticos. Isso sé bom ou é mal? Este artigo analisa um pouco essa questão, trazendo, claro, a visão pessoal do autor.

O lado bom: ter muitos partidos permite a multiplicidade de ideias, trazendo a discussão do que é bom para o país sob diversos ângulos, prevalecendo sempre o ângulo da maioria.

O lado ruim. O excesso de partidos faz com que seja difícil o consenso pela via do diálogo e o que acaba acontecendo é o consenso pelas via torta da troca de favores. Com isso as ideologias são abandonadas e os partidos são mera mercadoria de troca, sempre pendendo  para o lado de quem compra.

Nas democracias, digamos mais experientes, acaba-se ficando com dois partidos mais fortes com programas ligeiramente diferentes, e que se alternam no poder. Essa alternância acaba ocorrendo naturalmente. Se o povo está insatisfeito com alguma coisa, qualquer coisa, troca-se o poder. Poucos se importam com a ideologia que está por trás. Simplesmente troca-se para tentar melhorar fazendo de maneira diferente.

Durante o regime da ditadura militar o bipartidarismo era lei. Apenas dois partidos podiam disputar eleição: A Arena, que representava a situação e o MDB, que reunia os opositores. Com o fim do regime, esses dois partidos deixaram de existir e o multipartidarismo foi adotado.

Hoje, o PT e o PSDB voltaram um pouco esse jogo do bipartidarismo.  Há conteúdo programático um pouco diferente, mas são pragmáticos no poder, com certa semelhança nas ações, garantindo o crescimento contínuo do país.

Infelizmente uns dos maiores  partidos do país,  é de longa data, e por falta de líderes de peso a nível nacional, um simples balcão de apoio político.

A grande maioria dos  partidos existem praticamente como moeda de troca, o que favorece tremendamente a corrupção.

Um dos partidos mais novos foi criado com um conteúdo programático sem grandes diferenças dos demais, cujo único objetivo é ser mais player de peso um nesse mercado.

Acredito fielmente que deveriam existir mecanismos legais de incentivar o bipartidarismo. Como? Isso é tema complexo demais. Talvez mereça outro artigo.

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Lula, o Rei do Brasil

A revista Veja desta semana (10-10-2012) nos informa que o milionário Eike Batista tem em Lula um novo amigo para ajudá-lo a sair de apertos financeiros.

Como??? O ex-presidente do Brasil agora é lobista?

Temo que seja algo muito pior do que isso.

O ex-presidente se comporta como o rei do Brasil. Sem cargo algum, nem sequer presidente de seu partido, ou talvez um secretário, convoca a Presidente da Republica para subir em um palanque.

Sim, senhores, a Presidente da Republica foi convocada a subir em palanque por um tal de Lula, que não ocupa cargo político algum mas que tem um projeto de poder muito claro para bom leitor de atitudes.

Um ex-presidente pode ter essas sregalias? Mandam os bons costumes, praticados por sociedades modernas com democracia sólida, que ex-presidentes, pelo conhecimento que tiveram da máquina administrativa, se ausentem do dia a político após seus mandatos. Infelismente a democracia brasileira não é tão sólida e dá espaço a aventureiros sem noção de espaçao social.

Um ex-presidente pode exercer sua rede de relacionamentos após a sua saida do poder? O Brasil, acredito, não tem leis específicas sobre isso. Vale o bom sendo. E parece que o bom senso está faltando para alguns.

E aí o cara se sente o todo poderoso homem do país chamado Brasil. Tão poderoso a ponto de numa viagem particular a Portugal prometer que o Brasil vai ajudar Portugal comprando navios cargueiros de seus estaleiros. E é aplaudido como herói.

Fernado Henrique cardoso pode ter seus defeitos como homem público, mas soube agir melhor em sua vida política como ex-presidente. Bill Clinton é também um bom exemplo. Um ano mais novo do que Lula, e com certeza ainda podendo contribuir, se ausentou da vida política, dedicando-se a temas globais. Que pena que Lula acha que não precisa de conselhos e exemplos.

A imagem que vem é que o Lula é o Rei do Brasil e Dilma a sua primeira ministra. É o que parece. E aí a revista Veja, A Folha, o Estadão e seus articulistas reclamam e são chamados da elite que quer derrubar o verdadeiro líder popular.

Ainda bem, senhores que temos uma imprensa forte para segurar o ímpeto de poder dos líderes populares. A história está repleta de exemplos de lideres populares que levaram seu povo a algumas loucuras. Aliás cabe também aqui esclarecer que líderes populures só tem um mérito a seu favor. Aquele de saber explorar as muitas e repugantes formas do populismo.

Lula é popular não por que tenha trazido realizações marcantes ao pais. Ele tem seus méritos, principlamente por dar sequencia a ações corretas que já vinham em andamemento (veja artigo sobre o sucesso do Brasil). Ele é popular por que usa instromentos populistas, como programas de assistência, aliados ao uso muito eficiente do marketing político.

Meu artigo não tem o alcance da revista Veja. Mas planto eu também a minha semente. O Brasil não precisa de líderes populares. Precisa de bons governantes, que saibam administrar com ética e competência a potência da sexta economia do mundo.

Sou assinante da revista Veja há mais de 30 anos. Sua luta contra os poderes obscuros não é de hoje. Talvez haja exageros em alguns casos. Mas não exageros tão gritantes como este desejo de poder que salta aos olhos.

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A Exame INFO e o Sexo na WEB

A revista Info (Exame) desta semana (10-10-2012) traz um artigo primoroso sobre mais uma revolução da Web. O consumo de vídeos sobre sexo.

Depois de revolucionar o consumo de musica e iniciando a revolução no consumo de filmes, também nos domínios do sexo a web faz uma revolução nos costumes.

Todo mundo sabe que a classe média consome vídeos de sexo há muito tempo. Muitas vídeo locadoras tinham seu canto escondido e algumas nem escondiam. Esse costume foi estendido para os canais pagos de TV e agora invadem a WEB.

Isso não é novidade. Todo mundo sabe que a web está infestada de sites destinados principalmente aos homens. O que o artigo inova é na abordagem realista do tema, sem preconceitos e sem sensacionalismo.

O artigo aborda a questão do negócio e da tecnologia. Sexo na Internet é coisa de programadores, que usam o topo da tecnologia e ajudam a  desenvolvê-la. O artigo aborda tecnicamente a questão identificando a influência dessa indústria  no desenvolvimento do streaming vídeo, banda larga e pagamento eletrônico.

Não é, portanto, um negócio como muitos acreditam relacionados a máfias. Um programador Alemão Fabian Thylmann fatura hoje uma quantia estimada de 200 milhões de dólares ao ano, oferecendo vídeos conteúdo grátis e pago.

Mais uma vez a questão do comércio de sexo, um dos mais antigos da humanidade  surpreende e se renova. Muitas vezes tem seu lado obscuro. Mas é necessário analisar friamente os costumes e extrair as lições corretas.

Sexo nos dias atuais está tão relacionado à inovação tecnológica que mereceu capas e muitas páginas da maior revista brasileira de tecnologia.

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Boas leituras: O Outro Lado do Ódio – A Inconformidade Praticada

O meu grande amigo Mauricio Maciel acaba de publicar o seu livro O outro lado do ódio – A Inconformidade Praticada.

Capa do livro: O Outro Lado do Ócio- A Inconformidade Praticada

Apesar do título, muito criativo, o livro é bastante leve. Esse ódio que nos fala o Maurício é aquele provocado pela revolta pessoal contra as coisas cotidianas que nos aborrecem, principalmente ligadas às coisas do poder público (Corrupção, CPIs, desgoverno, e tantas outras coisas).

Essa revolta nos é transmitida Por Carlos Antonio, o personagem do livro que se revolta  e estabelece a sua estratégia de ação para lidar com a passividade geral perante essas situações: A inconformidade praticada.

Escrito em um estilo elegante, leve e com bastante humor, o livro pode ser considerado como um conjunto de crônicas sobre a vida moderna, temperado com uma leve crítica social e político do Brasil atual.

Mesmo sendo uma obra despretensiosa, nas palavras do próprio autor, este livro  com certeza é um oásis em meio ao marasmo de lançamentos literários, repletos de livros de auto-ajuda e Best Sellers com muito oportunismo e pouco conteúdo.

Recomendamos a leitura a todos aqueles que desejem leituras agradáveis e de qualidade  associadas ao incentivo à reflexão sobre a vida moderna.

O livro está disponível no momento apenas para compras online, em versão digital (9,99) e impressa (39,90). Acesse e compre no site do clube dos autores.

Mauricio Maciel (camisa azul) e o seu primeiro leitor

Maurício Maciel (de Paletó) e o autor deste Blog

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O Sucesso de Cinquenta Tons de Cinza

Cinqüenta Tons de Cinza (Fifty Shades of Grey) o livro-romance da autora britânica Erica Leonard James publicado em 2011, parte de uma trilogia, já vendeu milhões de livros no mundo, superando em velocidade de sucesso Harry Potter e Código da Vicci, outros tremendos sucessos.

Cinquenta Tons de Cinza retrata Anastasia Steele, uma virgem de 21 anos na Faculdade de Literatura que, após entrevistar Christian Grey para o jornal da faculdade, passa a ter um relacionamento com o magnata. A trama se desenrola em Seattle, e em meio ao luxo a Anastasia descobre por meio de Christian Grey o mundo do sadomasoquisamo.

Num estilo descaradamente  declaradamente simples dos romances baratos com enfoque descaradamente água com açúcar da história de amor, temperado a sexo explícito, o romance mostra como Anastasia se torna escrava sexual de Grey, com ricos detalhes de bondage, sadismo e e masoquismo.

O livro é um sucesso entre as mulheres, principalmente as já maduras, e considerando que contém sexo, já é considerado a bíblia do sexo para mamães.

O mundo todo está estupefato que um livro como esse tenha obtido tamanho sucesso e montanhas de artigos romance como esse e montanhas de artigos são publicados diariamente tentando explicar o fenômeno.

A veja, em sua publicação semana da terceira semana de setembro dedica a capa e a calhamaço de quinze páginas (cm apenas duas de propaganda, raro na revista), para destrinchar o tema.

Com entrevista de dezenas de mulheres e a ajuda do humorista Marcelo Madureira, do Casseta e Planeta, a revista veja passou longe de acrescentar alguma coisa para o entendimento do fenômeno. Acertou no titulo: “Como é gostoso ler sobre SEXO (grifo deles).

Acertando no título, as entrevistas, o artigo do Marcelo e o texto ficaram no óbvio. Faltou explorar um pouco esse título, que arrisco por aqui.

Na realidade não há nenhum segredo no livro. Ele apenas reuniu uma série de ingredientes de sucesso e soube aproveitar as novas formas de média na Web, por que foi lá que a onda começou, como muitas outras que varreram o mundo.

Todos sabem que leitura fácil, romance açucarado, luxo e sexo vendem como água no deserto. E o livro bota tudo isso junto e fez isso na Web.

Vender com leitura fácil: Paulo coelho já faz isso há muito tempo.

Vender romance açucarado e luxo: A grande maioria dos Best Seller de longa data explora o binômio luxo e romance.

Sexo para mulheres casadas: vender sexo para mulheres mais maduras também não é novidade. A famosa e saudosa revista Ele Ela já sabia que homens e mulheres gostam de coisas diferentes. E sabia que para os homens tinha que ser a imagens (fotos eróticas) e para as mulheres tinha que ser outra coisa (contos eróticos).  A revista Marie Claire tem em seu próprio sub-título na web o que ela sabe que agrada à mulher: beleza, moda, sexo e relacionamento (nessa ordem). E haja artigos eróticos, bem exagerados do tipo “Como deixar seu homem maluco na cama”.

Bombar na Internet: Erica L. James não será a primeira e única a bombar na internet. De jogos, sites, vídeos a livros, ainda veremos muitos fazendo uso da rede.

Portanto não há segredo no sucesso de Cinqüenta tons. Dosagem bem feita de tudo o que é sucesso no mundo de hoje. Méritos e aplausos para senhora James.

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O sucesso do Brasil

Genial o artigo de Mailson da Nóbrega: A China, a Embrapa e passado, publicado na veja 2257 de 22 de fevereiro de 2012.

Diferente do que o Lula acredita, o Brasil colhe os frutos de uma sequencia de ações eficazes nas últimas décadas, todas elas sabem antes da chegada do arrogante barbudo.

Mailson reforça a noção de que o sucesso não é fruto de uma única ação, mas de uma sequencia de ações acertadas que evoluem  para uma situação  positiva depois de algum tempo. Foi assim com a Inglaterra, com a China e também com o Brasil.

As causas do sucesso brasileiro são a Embrapa, a estabilização do Real, a estabilidade do sistema financeiro e a privatização. Todas essas ações não são de lula, mas principalmente de seu antecessor. O mérito de Lula foi garantir a continuidade, fazendo que seu partido trocasse as ideias atrasadas por cargos.

Talvez o país estivesse ainda melhor se ações semelhantes tivessem sido geradas após estas citadas. Com certeza estaria melhor sem o inchaço da máquina publica e o  aparelhamento político de órgãos promovida por Lula.

Viva a liberdade de imprensa, para que a todo o momento a verdade seja dita. A Veja, a Folha, a Globo e o Estadão podem ter lá seus defeitos, mas garantem que a verdade surja.

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Multas de transito: Educação ou fonte de receita?

Sou um indivíduo mediano em relação a multas de transito. Quase todo mês faço minha contribuição ao governo do Distrito Federal. Minha mulher fica indignada com a minha discplicência no transito.

Afinal, Qual é o meu problema? Sou um perigo no transito. Uma coisa eu assumo. Sou distraído, mas jamais causei um só acidente em 40 anos de habilitação. Minha distração faz que, por exemplo, mesmo ao saber a existência do radar, esqueça-o ao passar no mesmo local diariamente.

Estarei eu causando transtorno ao transito, aos demais motoristas, aos motoqueiros ou aos pedestres.

Minhas distrações, até agora causaram prejuízo só a mim mesmo e ele foi financeiro e de aborrecimento.

Muitas das minhas multas foram por “excesso” de velocidade. Em local de 60 klm por hora eu passei a 70. Tive algumas também por que aproveitei o sinal amarelo e ao passar já estava vermelho.

Essas diversas multas tiveram alguma ação sobre o meu comportamento? Talvez um pouco. Passei a ficar mais atento. Mas acredito que poderia ter tido o mesmo efeito de outra forma: sem contribuir para a corrupção do sistema de multas.

A maior parte dos motoristas que efetivamente causa os acidentes não são distraídos. Eles cometem exageros de fato. Dirigem alcoolizados e em alta velocidade. E não são distraídos, por que sabem exatamente onde estão os radares e passam devagar á sua frente.

Qual é então a solução?

Não prego o fim dos radares. Eles podem educar. Mas poderiam ser educativos de outra forma. Poderia ser punitivo aos exageros e á persistência. Poderia só alertar quando os excessos fossem moderados e ocasionais. Perder a carteira por 4 ocorrências de excesso de 5 kilometros por hora é exagero. Perder a carteira por 4 exageros constantes e graves é justo.

Além disso, o trânsito não pode ser totalmente automatizado, por que não mede o estado do motorista. Neste aspecto só o policiamento ostensivo resolve. E ele é muito pequeno, no distrito federal pu em outras cidades do Brasil.

Morando a 14 anos em Brasília, não me lembro de ter sido parado uma única vez. E Brasília possui muitos locais de festas e bares aonde as pessoas bebem e depois dirigem.

Aqui está a minha contribuição: Dosagem das penalidades. Alertas sem multa. Policiamento. O transito no Brasil mata. E os culpados não são os distraídos. São os imprudentes e os irresponsáveis.

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Eu também sou um milionário: Paguei mais de um milhão em impostos

A revista Veja na sua edição de 14 de janeiro de 2012 falava sobre os milionários brasileiros, ou seja, aqueles que possuem um milhão em patrimônio.

Sou um indivíduo mediano, nem rico nem pobre, que trabalha e estuda durante 40 anos e goza de um padrão de vida relativamente tranquilo. Mas não sei se sou um milionário. Talvez se vendesse tudo o que tenho bem vendido chegasse a esse valor. É um calculo de probabilidades.

Mas uma coisa eu sei: com certeza já paguei mais de um milhão em impostos durante toda a minha vida. Comprei e vendi três moradias. Comprei e vendi dezenas de automóveis. Paguei IPTU e IPVA durante 40 anos. E principalmente, como assalariado que sempre fui, metade do tempo com remuneração razoável, paguei muito imposto de renda na fonte.

Essa é a maior praga. Não dá para escapar. Já recebido líquido.

Um simples calculo: No ano passado paguei ao leão 34.000,00 reais (No ano anterior foi mais, pois havia renda de inventário). Considerando que trabalho há 40 anos, se mantida a média temos que arrecadei para o governo R$ 1.360.000,00 só em imposto de renda.

Mesmo se consideramos que no início da carreira eu não ganhava a mesma coisa, temos todos os outros impostos, o que me leva a estimar alguma coisa em um milhão em meio.

Esta conta me arrepia. Eu não consigo reunir essa quantia reunindo todo o meu patrimônio. Acho que comi, passeei e gastei demais na minha vida. Podia estar rico. E estando rico teria deixado de ser assalariado. E não sendo assalariado não teria pago imposto de renda na fonte.

Vida maldita!!!

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Fé e dinheiro: os espertalhões do século

Pessoas que lidam com a fé humana nem sempre são santos.

A fé movimenta muito dinheiro e não é de hoje. Todos sabemos que Igreja Católica é uma instituição muito rica e poderosa.

Eis que surgem nos dias de hoje, o Brasil à frente, pessoas que resolvem ter também o seu pedaço de riqueza ligada à fé. 

Usando fortemente a mídia, principalmente a televisão, mas também a política para garantir seus direitos, essas pessoas constroem imensas fortunas pessoais, aproveitando da fé alheia.

Alguns são mais  descarados e se apoderam das doações “voluntarias” com estratégias lesivas a olho nú, mas amparadas pela lei. É o caso daquele que é bispo mor de certa “igreja” e ao mesmo tempo dono de uma emissora de televisão. Como bispo ele não pode usar os recursos da fé. Qual a solução: comprar horários da madugda da sua emissora a preço de horário nobre da emissora mais cara. Simples transferência de recursos de fiéis para seu patrimônio. Na cara dura, tudo registrado legalmente.

A lei nem sempre consegue evitar que espertalhões enganem os mais humildes. Principalmente quando esses espertalhões estão infiltrados na alta política e contam com batalhões de advogados.

Muitos desses espertalhões possuem grandes bancadas no congresso. Um deles até participou da posse de presidente, ao lado de chefes de estado.

Como a lei nem tudo pode e a política está corrompida, resta à sociedade civil lutar contra esses espertalhões.

Por que não cito nomes neste post? Por que não tenho advogados como eles têem para defender minhas idéias e interesses.

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Gladiadores com incentivo fiscal?

Leio hoje no Correio Brasiliense (16 de janeiro de 2012), estupefato, que a empresário Dana White, dono da UFC, aquela instituição que organiza luta dos gladiadores do século XXI, já tem uma bancada no congresso com o objetivo de faturar incentivos com verbas públicas.

Tudo bem, se a maioria da população gosta de trogloditas se degladiando e a Globo entrou na onda, eu aguento, mas com o meu dinheiro? 

Precisamos lutar contra esse tipo de artimanha. Luta livre não é saúde, nem cultura e nem há benefício social algum para que haja subsídios.

É função do cidadão que paga impostos lutar contra esse tipo de coisa.

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